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Tema 2026

MangangáUtopia Ancestral

Desde 1992 o boi branco da estrela verde leva o Coaban para a arena do Festival Folclórico Benjaminense.

O futuro mora em quem veio antes

O Mangangá olha para trás para sonhar para a frente: os povos do Alto Solimões, o pescador do beco 50 e o mundo que a floresta ainda promete.

“A utopia não está no futuro. Ela foi vivida antes de nós, na beira deste rio, e o boi branco da estrela verde volta à arena para lembrar o caminho.”

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Do beco 50 para a arena

Criado por um pescador nos forrós de rua do Coaban, o Mangangá virou o maior campeão do festival e parte da trilogia cultural de Benjamin Constant.

  1. 1992

    Nasce no beco 50

    O pescador Raimundo Dimas, de origem nordestina, cria o boi no beco 50 do bairro da Coaban, o Javarizinho.

  2. Anos 1990

    Do forró de rua para a cidade

    O que começa como diversão nos forrós de rua ganha o bairro e, depois, o coração de Benjamin Constant.

  3. Anos 2000

    O Besouro chega à arena

    O boi passa a disputar o Festival Folclórico Benjaminense e começa a colecionar os títulos que o fazem o maior campeão.

  4. 2022

    Trinta anos de estrela verde

    Três décadas depois do beco 50, o Mangangá é parte oficial da trilogia cultural do município.

  5. 2026

    Utopia Ancestral

    O tema da temporada volta aos povos do Alto Solimões e às origens do boi para sonhar o futuro.

Faça parte da galera verde

Dance, toque, costure, monte alegoria ou ajude nos bastidores. O boi é feito pela comunidade, e tem lugar para você.

Artistas e brincantes
Dançarinos de todas as idades, músicos da Marujada de Guerra, atores das alegorias e artistas visuais.
Apoiadores e voluntários
A magia também acontece nos bastidores: organização, costura, transporte, comunicação e cozinha.