- Alegoria
- Estrutura cenográfica gigante que se movimenta na arena e conta parte do tema.
- Amo do boi
- O dono da fazenda no auto do boi, que canta versos de improviso.
- Apuração
- A leitura pública das notas do júri, que revela o campeão.
- Arena
- O espaço central do bumbódromo onde o boi se apresenta.
- Auto do boi
- A narrativa tradicional da morte e ressurreição do boi, base de toda apresentação.
- Bumbódromo
- O estádio do festival, com a arena no centro e a galera nas arquibancadas.
- Contrário
- O boi adversário. No festival não se diz o nome dele: é sempre o contrário.
- Curral
- A sede do boi, onde acontecem os ensaios e as festas da comunidade.
- Cunhã-poranga
- "Moça bonita" em nheengatu, item que representa a mulher indígena.
- Galera
- A torcida organizada do boi, que canta, dança e também é avaliada.
- Levantador de toadas
- O cantor principal, que puxa as toadas na arena.
- Marujada
- A batucada do boi. No Mangangá, a Marujada de Guerra.
- Pajé
- O líder espiritual indígena, figura central das lendas na arena.
- Toada
- A música do boi-bumbá, composta para cada tema e cantada pela galera.
- Tripa
- Quem dança dentro do boi e dá vida aos movimentos dele.
- Vazante
- O tempo em que o rio baixa, depois da cheia.