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Tema 2026

Utopia Ancestral

O Mangangá olha para trás para sonhar para a frente: os povos do Alto Solimões, o pescador do beco 50 e o mundo que a floresta ainda promete.

  1. Capítulo I

    Os que vieram antes

    Antes da cidade, o Javari e o Solimões já tinham dono: os povos que pescavam, plantavam e contavam a origem do mundo nestas águas. A arena começa por eles.

  2. Capítulo II

    O pescador

    Raimundo Dimas veio do Nordeste e encontrou no Javari o seu mar. Foi pescando que ele aprendeu o tempo das águas, e foi no beco 50 que ele deu ao bairro um boi para chamar de seu.

  3. Capítulo III

    A estrela

    Branco como a espuma do rio, com uma estrela verde na testa. O Besouro carrega na pele a herança de quem planta na várzea e colhe antes da água voltar.

  4. Capítulo IV

    O mundo prometido

    A floresta de pé, o rio com peixe, a festa na rua de todo mundo. A utopia do Mangangá é a que os mais velhos já conheceram, e a arena é onde ela volta a existir por uma noite.

“A utopia não está no futuro. Ela foi vivida antes de nós, na beira deste rio, e o boi branco da estrela verde volta à arena para lembrar o caminho.”